✔ Elaborar PIIs estruturados com base em avaliação integral, objetivos mensuráveis e evidências documentais claras, garantindo conformidade com as exigências legais e da Segurança Social.
✔ Desenvolver planos centrados na pessoa, alinhados com a história de vida, grau de dependência e necessidades reais do idoso, promovendo autonomia, dignidade e qualidade de vida.
✔ Definir critérios de avaliação, acompanhar evolução funcional e reformular planos com fundamento técnico sempre que necessário.
✔ Organizar evidências, estruturar registos e alinhar o PII com processos internos, reforçando a credibilidade e diferenciação da instituição.
✔ Ganhar autonomia na tomada de decisão técnica, maior clareza na atuação diária e confiança na articulação com equipa multidisciplinar e direção técnica.
1.1 O PII no contexto das respostas sociais
Conceito e finalidade do PII
Diferença entre processo individual e PII
PII como instrumento técnico obrigatório
1.2 Enquadramento legal e normativo
Exigências da Segurança Social
Integração no Sistema de Gestão da Qualidade
Responsabilidades do Diretor Técnico
Não conformidades mais frequentes em auditorias
1.3 O modelo de intervenção centrada na pessoa
Modelo biopsicossocial
Autonomia e autodeterminação
Participação do idoso no seu plano
2.1 Avaliação funcional
Atividades de Vida Diária (AVD)
Atividades Instrumentais (AIVD)
Grau de dependência
2.2 Avaliação cognitiva e emocional
Sinais de défice cognitivo
Alterações comportamentais
Estado emocional e risco de isolamento
2.3 Avaliação social
Rede de suporte
Dinâmica familiar
Contexto institucional
2.4 Identificação de fatores de risco
Quedas
Desnutrição
Maus-tratos ou negligência
Risco de institucionalização passiva
2.5 Registo técnico da avaliação
Como documentar corretamente
Erros comuns na recolha de informação
3.1 Estrutura técnica do PII
Diagnóstico técnico
Objetivos gerais e específicos
Definição de prioridades
3.2 Definição de objetivos SMART
Objetivos mensuráveis
Metas a curto, médio e longo prazo
Coerência entre diagnóstico e intervenção
3.3 Plano de atividades individualizadas
Estimulação cognitiva
Promoção da autonomia
Intervenções sociais e ocupacionais
Adaptação às capacidades do idoso
3.4 Envolvimento da família e equipa
Articulação multidisciplinar
Comunicação interna
Validação do plano
4.1 História de vida como ferramenta técnica
Identidade e percurso pessoal
Intervenções com significado
4.2 Humanização dos cuidados
Respeito pela dignidade
Personalização das rotinas
Promoção da escolha
4.3 Adaptação da intervenção ao grau de dependência
Idosos autónomos
Dependência parcial
Dependência total
5.1 Periodicidade de revisão
Revisões programadas
Revisões extraordinárias
5.2 Indicadores de eficácia
Evolução funcional
Participação nas atividades
Alterações no estado cognitivo
Satisfação do idoso
5.3 Ajustes e (re)planeamento
Grau de cumprimento dos objetivos definidos
Gestão de agravamentos clínicos
Envolvimento da equipa e família na revisão do plano
5.4 Registos e evidências documentais
Rastreabilidade
Preparação para auditorias
Boas práticas de documentação
6.1 Integração do PII no Sistema de Gestão da Qualidade
6.2 Indicadores institucionais
6.3 Ações corretivas e preventivas
6.4 Preparação para inspeções
7.1Modelos e exemplos
7.2 Conclusões finais
Acesso ao curso durante 6 meses (24h/dia, 7 dias por semana)
100 Vídeo-aulas gravadas, organizadas por sessões
Manual em PDF
Modelos e exemplos para utilizar
Casos práticos para assimilar conteúdos
Suporte por e-mail para esclarecimento de dúvidas
Certificado de participação após a conclusão
Acesso numa plataforma online simples e intuitiva (PC, tablet ou smartphone)
Abordagem alinhada com o modelo centrado na pessoa e os requisitos da Segurança Social
Plano Individual de Cuidados em ERPI: Avaliação, Planeamento e Monitorização